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sábado, 20 de novembro de 2010

Boicote e super treinão


Repercutiu bastante duarnte a semana o post no blog da Revista Runner's World sobre o protesto que nós, corredores gaúchos, iremos fazer dia 12 de dezembro, na Etapa do Circuito das Estações Adidas. Não é um protesto contra a empresa de material esportiva, mas contra a organização do evento e, casualmente, e infelizmente, essa foi a prova escolhida para o boicote. Bom, nada melhor que o presidente da AGCRS, Associação Gaúcha de Grupos de Corrida do RS, Rogério Menegassi, para abordar o tema. Reproduzo aqui o comentário que ele postou no aludido blog:

"Passamos todo esse ano de 2010 mandando relatórios de Avaliação das Provas, com pontos Positivos, Negativos e Sugestões. Estamos, como clientes que somos, dando o nosso feedback sobre as provas, e não só reclamando, mas trazendo sugestões. Mas por incrível que pareça essa empresa não quer ouvir o seu cliente. Parece surreal, pois em pleno século 21, o que as empresas mais querem é a opinião de seus clientes, chegam a pagar por isso, e nós da Associação fazendo com a maior das boas intenções, simplesmente para melhorarmos as provas. Acreditamos que com o crescimento desse setor, todos têm a ganhar. Os organizadores de provas, as lojas de materiais esportivos, os Profissionais de Ed. Física, as Academias, os Corredores, ou seja, todos que estão ligados com a prática esportiva.

Imaginem se dobrasse o nº de corredores, todo o segmento iria ganhar, inclusive o Governo que teria uma população mais saudável. Essa é a nossa filosofia, nosso objetivo é - Unir os interesses de uma "classe" ou setor - Trocar experiências entre os seus integrantes - Ser uma entidade representativa - Propor sugestões, benefícios e melhorias que atendam a todos entre outras coisas.

A gota d’ água do nosso descontentamento foi a prova noturna da Fila, muito mal organizada, sem iluminação e segurança na área das assessorias, além de ficarmos em um local inapropriado e longe da “arena” fato esse que acontece frequentemente. O que mais nos indignou é que passamos toda a semana que antecedia a prova perguntando sobre essas questões, inclusive alertando sobre um longo trecho do percurso que estava sem nenhuma iluminação para os corredores e ainda com “lombadas”, o que já causou quedas de vários atletas, mas nada adiantou. A prova aconteceu precariamente. E o “pior” é que no mês anterior aconteceu aqui em Porto Alegre a POA Night Run, prova noturna muitíssimo bem organizada, com iluminação para as assessorias (parecia dia), as tendas dentro da arena, percurso com túnel de luzes e som, DJ e VJ, banda de samba, um lounge com iogurte, picolé, salada de frutas, massagens, entre outras coisas.

Então sabemos que dá para organizar bem uma prova, sabemos que tem organizadores de eventos preocupados com os corredores e as assessorias. Nesse mês de novembro aconteceu aqui a Maratona de Revezamento da Paquetá, outra prova belissimamente organizada. Percurso diferente, ótima área para as assessorias ficarem, kit com camiseta, squeeze, mochila e toalhinha por R$ 50,00. Fizemos reuniões antecipadas com os organizadores, demos as nossas sugestões e a prova foi maravilhosa, cerca de 4 mil corredores satisfeitos.

Gostaria de reforçar que não temos nada contra a Adidas, decidimos não participar da próxima prova que a Vetor Esportes fosse organizar, e para infelicidade da Adidas foi o Circuito das Estações. E para fechar o ano, vamos organizar o nosso 1º Super Treinão de Confraternização, que será realizado dia 11 de dezembro, um dia antes da prova da Adidas. Essa prova conta com a participação e organização da maioria dos grupos de corrida da Associação e temos a expectativa de contar com mil corredores. O percurso é diferente e as distâncias variam de 04Km a 18Km, possibilitando a participação dos mais diferentes níveis de corredores. Agradeço as palavras de apoio de todos. Esperamos, sinceramente, estarmos contribuindo para o crescimento das corridas de rua.
"

Diante disso, optou-se por fazer um grande treinão entre todas as assessorias esportivas da Associação na véspera da prova. E, no final, a ideia ficou muito legal. Tomara que muita gente participe (do treinão). E que se repita nos anos seguintes.

Eu, como já tinha salientado nesse post, já havia dito que ano que vem não participaria mais do Circuito da Adidas se não houvesse troca de percurso.

sábado, 17 de julho de 2010

Notícias

Junho foi terrível. Trabalhei feito um condenado, treinei pouco, dormi pouco. Cada vez mais começo a achar que, quanto mais passa, mais coisas faço e menos dá tempo para isso... Bem, mas isso não é assunto de corrida.

Finalzinho de maio, dia 30, teve o Circuito das Estações da Adidas. Esse ano será minha última participação, se não houver mudança no trajeto. Porque a gente fica naquela: correu uma etapa, tem que correr todas para completar a mandala. E, sempre na Av. Beira-Rio, já está esgotando a paciência. Vou priorizar outras corridas ou outros treinos.

Temperatura boa para correr, largada nos dois lados da pista, dividindo quem faz revezamento e quem faz os 10. Isso foi uma "grande" evolução, já constante na outra etapa, que deu fôlego ao circuito. O pelotão Quênia, onde larguei, ajuda, mas quem tem que ajudar também são os corredores que não respeitam isso e a organização que não é muita rigorosa com a questão.

Atrapalhei-me no Garmim, quando larguei ele já tinha disparado antes, há 17 minutos, de modo que não consegui acompanhar muito bem a evolução geral da prova, no tempo total, que só fui ver mesmo na chegada. Saí na média de 4:24/m, passei a metade em 22:05, caí em alguns quilômetros para 4:29/4:30 e fechei a prova em 44:18, 22:13 na segunda metade, 4:20 no último km. Dentro do previsto, sem muita evolução em relação à ultima etapa, mas ainda abaixo dos 45, o que já é alguma coisa.

Dia 27 de junho, tivemos as 10 Milhas da Mizuno. Prova nova aqui pelos pampas, que vem bem, numa distância diferente, também com revezamento. O trajeto não ia até o final da Beira-Rio, como de costume, ficou melhor a meu ver, pois para mim, ir até o final parece que é um sacrifício, que não chega nunca. Só que, na largada, já senti minhas panturrilhas, como se não estivessem relaxadas. No km 3, elas travaram, endureceram muito, dando a sensação de que o músculo fosse romper se corresse mais forte, e cada km passou a ser um esforço grande. Então, lá se foi o 4:30/km, para começar a correr em 5:15/5:20. Na metade da prova, deu uma vontade de parar, mas, prova nova, medalha diferente, isso acabou me fazendo completar. Mesmo assim, ainda deu para fazer em 1:20:52, o que dá 5:04/km.

Não treinei na terça, dia 29, e na quinta seguinte tentei fazer alguma coisa. Corri 3km a 5:15 e os 3 da volta foram extremamente sofridos, a 5:45. Não dava mais para seguir. Não consegui tempo para ir ao médico, mas pelo menos não treinei mais até terça agora. Na quarta, fui na Simone, nutricionista, para o nosso planejamento, que era correr a Maratona do Rio, onde estou, domingo.

Como nada saiu como planejado, contei para a ela o que aconteceu, e ela me assustou um pouco, depois de ter me dado um pito por ter engordado. Disse que as panturrilhas é que bombeiam o coração, e que elas devem ter travado pois não como muito frutas e verduras, nada de legumes e verduras e tomo pouco água. Além disso, tomando remédio para pressão e correndo, muita coisa de perde e não é reposta por essa alimentação desequilibrada. Me deu uma série de exames para pedir ao médico, no qual irei segunda, e outra série de vitaminas para poder tentar suprir essa deficiência. Enquanto isso, vou tentar correr 21km amanhã ao invés do 42.

Peguei o kit hoje pela manhã. Embora o tecido seja bom, Santa Constância, não gosto, como não gostei no ano passado, do desenho. A gola parece muito aberta e não fica legal, pelo menos em mim. Parece sempre que a camiseta é maior do que deveria. No resto, tem manual/revista da maratona, o que eu acho bem interessante. Havia uma feira com produtos da Asics, patrocinadora da prova, que o povo em geral comentava que estava muito cara. E outros bancas de outros produtos. A organização para a retirada dos kits continua a desejar. O local não é adequado para se formarem filas ou, pelo menos, as bancas estão mal postadas, de forma que fica uma certa confusão, uma muvuca, isso que fomos cedo. Depois deve ter piorado. Vou tentar, com uma certa petulância, ensinar como se faz: a gente tem que ver o número numa listagem, e as banquinhas dos kits devem estar dispostas por lote de número, do 0-200, 201 a 400, e assim por diante. Aí vamos diretamente na banquinha respectiva. Simples assim. A pessoa já sabe onde ir, o voluntário lá não precisa procurar em qual local buscar o kit, e as entregas ficam dispersas em vários pontos. Já escrevi aqui e repito: já foi assim em Porto Alegre e era ótimo. Quem sabe alguém não chega nesse blog sem querer, lê e se dá conta que é o melhor caminho. Concentrar todos os números e kits no mesmo local, para 5 ou 6 pessoas entregarem para mais de 1.000 corredores é uma falta de lógica, bom senso e só não uso outro termo para não ofender ninguém.

Ah, chove aqui desde que cheguei, na sexta. Aliás, "chove" é bondade do meu coração. Cai o mundo. Praticamente só na hora em que estava pegando o kit e visitei o Maracanã é que não esteja chovendo. Tirando isso, foi água e água o tempo todo. Amanhã a previsão é repeteco desse tempinho. É bom para correr, se não for água demais. Para o evento em si, atrapalha um pouco o brilha da festa. Mas também não dá para agradar gregos e troianos. Vamos ver se consigo correr os 21 tranquilo. Tomara que dê.

domingo, 14 de março de 2010

Circuito da Adidas - Etapa Outono

A noite de sábado prenunciava um domingo chuvoso para a prova do Circuito das Estações da Adidas - etapa Outono, o que não se confirmou. Ainda bem, pois uma chuva certamente tiraria o brilho da prova e ocasionaria alguns transtornos na arena montada junto ao Parque Harmonia. O local pareceu adequado ao evento, mas a SMAM, que colocou alguns obstáculos aos treinadores na sexta anterior, deveria ter providenciado o corte da grama no local. Foi uma falha grave.

A prova largou às 9h em ponto, com sol querendo sair, mas temperatura agradável e algum vento. Como eu disse, estávamos concentrados no Parque Harmonia e a largada foi na Av. Augusto de Carvalho, onde já foi o Sambódromo um dia (o blog também é história...). Defronte ao pórtico, dividiram o povo que largava nos 5km e no 10km, cada um para um lado, embora isso não estivesse muito claro na hora. Eu, pelo menos, não percebi, cheguei e entrei no lugar errado e depois não tinha mais como sair de lá. De qualquer forma, não foi nenhum grande contratempo, pois logo após o início da prova era possível pegar o lado certo e tudo ficava tranquilo.

Decisão mais que acertada foi a de fazer trajetos distintos nos 5 e 10km, o que evitou aquela confusão que tinha sido as etapas do ano passado. Desse jeito, foi possível correr com tranquilidade e sem atropelos, finalmente.

Larguei procurando baixar dos meus 44' na última prova de 10km, e tentando assegurar uma vaga no pelotão Quênia (para aqueles que correm abaixo de 45) na próxima etapa do Circuito. Saí na faixa de 4:30/km, com a ideia de baixar um pouco depois, mas, mais uma vez, meu batimento estava alto e parece que isso atrapalhou. Menos mal que o "homem da faca" não atacou novamente e não senti dor nenhuma na região ao lado do abdômen.

A prova retornava perto do km 4, e fechei metade em 22:20. Lá pelo km 7, dei uma 'quebrada' de meio minuto, acho, logo após um posto d'água e deu vontade de só terminar a prova, em qualquer tempo... Mas a lembrança de que não largaria no pelotão Quênia na próxima etapa afugentou esses maus pensamentos.

No final da prova, íamos quase até a Usina do Gasômetro, para pegar a Perimetral (Av. Loureiro da Silva), passar defronte à Receita Federal e ingressar à direita para os últimos 200m. Terminei em 44:39, fazendo praticamente igual as duas partes, graças ao último km, que foi feito em 4:15.

Não foi de todo satisfatório, mas, de qualquer forma, o foco é a maratona, em maio, então não dá para querer tudo ao mesmo tempo... Depois, na chegada, tivemos salada de frutas e açaí na barraca da equipe, e quem não foi perdeu... Além disso, dá prá saudar o fato de o Mário ter feito 39:55 na corrida, quebrando seu recorde pessoal e a marca dos 40'.

Agora, treinos mais longos nas próximas duas semanas e a prova de aniverário de Porto Alegre no dia 28. Aí tem que ser menos de 44, de qualquer jeito, faça chuva ou faça sol.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Circuito da Adidas, Natal e Ano Novo


No final das contas, acabei nem escrevendo sobre o Circuito da Adidas, etapa verão, dia 13, no aniversário do meu pai. Foi a maior correria para tentar deixar tudo em dia antes de entrar em férias aqui no escritório.

Resumidamente, corri super bem, apesar de ter corrido 7km antes também, com o Duda e a Danuse, que se preparam para a prova Cruce de Los Andes, no Chile, em fevereiro. Terminei em 44:04, alguns segundos melhor do que na corrida noturna da semana anterior, apesar do vento forte contra no retorno dos últimos 2 quilômetros.

Esse post é mais para desejar Feliz Natal e um ótimo Ano Novo a todo mundo. Dia 26 vou para a praia e retorno só dia 04 à vida trabalhadora. Vou tentar correr o que der no calor, já que a intenção é treinar para minha 5ª participação na Supermaratona de Rio Grande, na segunda quinzena de fevereiro, de preferência para quebrar meu recorde pessoal lá, que é de 4h07. Uma vez mais, não poderei participar da TTT, o revezamento de Torres a Tramandaí, porque parece que há sempre uma "coincidência intencional" entre as datas...

Para 2010, há pequenos projetos:
- Correr as maratonas de SP, POA e Rio.
- Baixar de 3h10 o tempo em uma delas, que só pode ser POA, obviamente.
- Correr em BH.
- Voltar a fazer os 10km perto da marca dos 40, 41 minutos.
- Dividir o quarto de hotel com alguém que tenha o cabelo mais comprido que o Irio...hehe

Acho que esse é o último post do ano, salvo se a chuva que cai aqui em Porto Alegre se repetir pela praia semana que vem.

Mais uma vez, Feliz Natal a todos e excelente ano de 2010!

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Ainda sobre Curitiba

Não escrevi no post anterior, mas o kit da prova de Curitiba foi pobre. Uma camiseta com tecido prá lá de ultrapassado, à moda das provas do Corpa, aqui em Porto Alegre, com design e recorte meio esquisitos, que não caíam bem no corpo. Não serviu para nada, embora alguns até a tenham usado para correr. Apesar de toda a evolução tecnológica, era bem pior do que de 5 anos atrás. Conversando com um pessoal envolvido na organização, disseram que teria sido pelo fato de a prova ser organizada pela Prefeitura, e que precisava cumprir certos ritos legais e tal, e então acabou atrasando tudo e tivemos por conta disso a camiseta no estilo "foi o que deu para fazer em função do tempo". De qualquer forma, nos outros anos a prova também era organizada pela Prefeitura...

Depois, na loja Procorrer, conseguimos um kit melhorzinho, que eles davam para quem apresentasse o número de peito, e que consistia em camisetas de provas passadas que eles organizaram, boné e mais alguma coisa. Só isso já superou o kit da prova.

Sempre nas maratonas, o pessoal dos Marathon Maniacs têm tentado se encontrar, o que está ficando cada vez mais difícil, à medida que o grupo cresceu, e que cada um tem uma programação diferente para aqueles dois ou três dias que antecedem o evento. Mas lá na feira, no sábado, encontrei o Miguel, mineiro de BH e do Baleias. E ele estava bem mais magro. "Cansei de ser gordo", disse ele. Na Maratona do Rio, em junho, nos encontramos e eu disse para ele que iria emagrecer, que foi o que constatou em Foz, em setembro. Ele disse: "Poxa, tu disseste que iria emagrecer e te encontrei lá em Foz mais magro." Então, ele colocou na cabeça que também podia. E está conseguindo. Que legal. Fiquei muito feliz por ele e por ter ajudado nisso de alguma forma. Tudo melhora quando estamos no peso ideal. Ah, e, finalmente, ele conseguiu me entregar a latinha da prova da Adidas de BH, para a qual me inscrevi, mas faltei na última hora. Não dá para esquecer da Pati, que, gentilmente, fez essa ponte, buscando o kit e entregando a ele.

Aconteceu uma coisa esquisita comigo durante a prova e que não houvera acontecido nunca antes em uma maratona. Diversas vezes, senti dores entre o abdômen e a costela direita, o que causava uma imensa dificuldade em respirar. No km 27, quase parei por conta disso, porque a dor era muito forte, insuportável. Sempre ouvi que isso se devia ao fato de estarmos respirando mal, mas, mais tarde, no hotel, conversando com outros corredores, alguns também relataram algo semelhante, essa dificuldade de respirar. E um deles teorizou de que isso acontecia por conta da umidade alta na prova. Será? Nunca tinha ouvido falar nada a respeito e já corri diversas provas com umidade alta, inclusive em Curitiba.

Curitiba impressionou pela limpeza. No Centro, pelo menos, área em que ficamos. Incrível, mas praticamente não havia sujeira nas ruas. Grande ponto para eles, e um exemplo a ser seguido pelas demais cidades. Na prova, sempre onde havia postos de água, havia garis recolhendo os copos que os corredores atiravam no chão. Curitiba deu show nesse aspecto. E isso é simples.

Por último, para os ciumentos do "Sala de Redação": consegui fazer um post inteiro sem citar a Bruna.

domingo, 30 de agosto de 2009

Circuito Caixa



Sem o mesmo glamour e o número de corredores da prova da Adidas, ocorreu, hoje pela manhã, a etapa de Porto Alegre do Circuito Caixa.


Nem metade dos participantes da semana passada resolveram encarar o lindo dia de sol e muito calor (mais tarde, às 14h, alguns termômetros marcavam 35ºC). Mesmo assim, aquele atropelo inicial verificou-se novamente, embora em menor escala.

Tinha expectativa de baixar meu tempo da Adidas, mas, ontem, depois do treino da manhã, também debaixo de muito sol, comecei a achar que ficaria difícil. Aí uma saída à noite e poucas horas de sono reforçaram minha desconfiança... (desculpas de corredor). Bem, foi um risco calculado... e a vida não é senão correr riscos.

De qualquer forma, apesar do cansaço, saí relativamente bem, mais ou menos dentro do que esperava, mas fui vendo, com o passar dos quilômetros, que a meta de baixar dos 45 ficaria complicada. Passei os 5km em 23 minutos. Até não senti tanto o calor, embora jogasse bastante água no corpo por conta das passagens nos postos de hidratações, mas isso é normal para mim em qualquer prova, com qualquer temperatura. As pernas é que realmente estavam pesadas pela falta de descanso.

Na mesma balada que eu, vinha a Isabel, da Equipe Du Bira, com o marido dela um pouco à nossa frente e a Cecília, da minha equipe, nas nossas pegadas. Viramos no km 7,5 e a Isabel diz "Me puxa, Júlio!". Obediente que sou, fiz isso. Mas ela nem sempre vinha junto... e eu tinha que dar uma pequena aliviada. Assim, apesar do cansaço dela, fomos alcançando algumas mulheres (passamos a Márcia, Ângela e mais uma). E a Cecília ainda na nossa cola... Fomos avistando a chegada, e a Cecília encosta de vez, diz para chegarmos os 3 juntos, mas digo para ela seguir em frente que estava melhor e é o que ela faz. A Isabel ainda tenta dar um gás e acompanhar, mas não tem pulmão ou pernas para tanto. Finalizamos em 46:22, 2s depois da Cecília, que acabou em primeiro na categoria dela.

Devolvo o chip, pego meu kit (uma boa medalha, barra de cereal, água e isotônico) e vamos 'quarar' naquele sol, porque a premiação foi mais demorada que fazer os 10km... Noveeeeela!

Fotos? Fico devendo, porque o (quase) sempre eficiente Japa, ainda não postou no site do Picasa.
E o resultados também ainda não aparecem no site do Circuito da Caixa.



quinta-feira, 27 de agosto de 2009

As inscrições abusivas


Esse negócio de corrida virou realmente um negócio. Lucrativo.


Estava a fim de participar dos 10km da Track and Field, dia 13 de setembro, lá na área do Iguatemi. Pois a inscrição custa R$ 76,00. Na verdade, segundo os organizadores, é R$ 70,00, mas como não há outra maneira de realizá-la a não ser através do site da Ativo.com, sai mais R$ 6,00 a título de "taxa de serviço". A meu ver, propaganda enganosa e de má fé, já que é impossível inscrever-se por R$ 70,00. O custo da inscrição é R 76,00. É isso que é efetivamente pago por quem vai correr. R$ 76,00 por 45 minutos de corrida. Serviço bem remunerado...

Tudo bem, cada um cobra quanto quiser e paga quem não tiver juízo. Só que, por exemplo, nessa prova da TF nem direito a escolher o tamanho da camiseta será possível. Ou seja, vai ser o que houver. Ano passado, acabei ficando com uma camiseta de manga longa que não chega no pulso...

Outras provas andam na mesma direção: o Circuito da Adidas, que acontece pelo primeiro ano aqui em Porto Alegre, já na segunda etapa aumentou em R$ 10,00 os valores. Provavelmente para se equiparar ao resto do país.

Semana retrasada, aconteceu a K42, maratona de aventura em Bombinhas. Pois as inscrições eram de R$ 200,00. Paga-se caro para ser largado no meio do mato. O Mountain Do, que acontece em outubro, em Florianópolis, cobra mais ou menos o mesmo valor para as duplas. No caso de a pessoa correr em octetos, o valor da inscrição gira em torno de R$ 90,00. Salgadinho. Por motivo semelhante, não gostei da prova do Desafrio Urubici (50km), pois, no meu entendimento, R$ 80,00 (em 2006) era muita grana para o pouco que se ofereceu por lá. Da mesma turma que organiza essa prova, o Desafio Praias e Trilhas está cobrando R$ 230,00 esse ano! É para correr uma vez e nunca mais... Ou nenhuma.

Desse jeito, a corrida, que tem crescido em termos de adeptos nos últimos anos, ficará inviável. Aí temos a seguinte situação: uma maratona cobra em média R$ 40,00, colocando o staff à disposição dos corredores por cerca de 5h, em alguns casos, 6h. E uma corrida de 10km cobra R$ 60,00 ou R$ 70,00, sendo que o último corredor não leva mais que 1h30 para completá-la. Tem algo errado nesse cálculo de custo. Ou, que é o que eu penso, encontraram uma forma de ganhar dinheiro fácil com a moda que virou a corrida.

Aliás, por um preço justo, tem a prova de aventura que o meu treinador está organizando, em Gramado, na serra gaúcha: 1º Gramado Adventure Running. Infelizmente, perderei a festa, pois estarei em Foz do Iguaçu para correr a maratona, no dia seguinte.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Circuito das estações Adidas - Etapa Primavera

(Equipe Daniel reunida momentos antes da largada)


Ontem, aconteceu a etapa Primavera, do Circuito das Estações da Adidas.

Sem querer ser chato, mas sendo, não gostei de algumas coisas. Como já tinha observado naetapa anterior, há muita gente para pouco espaço. A prova cresceu demais para o local, e a EPTCnão aceita corridas em outro lugar...

Mas vamos começar do começo. Não liberaram o estacionamento do Shopping Praia de Belas, como nas duas etapas anteriores. Isso causou uma certa confusão, já que não havia tantos lugares disponíveis para estacionamento, principalmente no Parque Marinha do Brasil, onde era a largada da prova. Quem deixou para a última hora, pode ter ficado meio surpreso e nervoso com a 'novidade'. Cheguei às 7h55 (a prova era às 9h).

Sobre a retirada do chip, acho que foi tranquilo, pelo menos não ouvi ninguém reclamando, e, como eu havia adquirido o chip amarelo da Champion Chip, nem me preocupei.

(momento fotográfico antes da prova, com a Bruna, Aline, Liane e Neusinha)

Os pelotões não funcionaram direito. Como também já havia salientado na etapa anterior, o pelotão azul é muito amplo, com faixa de tempo dos 45 aos 55 minutos, ou seja, gente que tem o ritmo desigual. Na minha opinião, deveria ser dos 45 aos 5o. Acima de 50 até 1h, o verde, e, acima disso, branco.

Em função disso, tentamos (eu e mais uns 15 da equipe) entrar no pelotão azul, mas sem êxito, pois estava completamente lotado. Claro que isso também tem a ver com número de pessoas x m². Dois corpos não ocupam o mesmo espaço... sendo assim, saímos 'dos boxes' (grama); depois que largou é que conseguimos adentrar no espaço.

E a largada continua aquela confusão, todo mundo tentando ultrapassar, sem ter espaço para isso, de forma que muitos iam por cima da calçada ou na contramão (meu caso). O Nilton veio na minha cola no começo, depois me confidenciou que eu o ajudava, já que ia abrindo espaço... Mas, de qualquer forma, até mais ou menos o km 3 chegava a ser irritante essa confusão, essa dificuldade de ultrapassagens, e, sinceramente, depois que eu entrar no pelotão quênia, se isso persistir, a chance de eu não correr ano que vem aumenta consideravelmente.

(metade da prova, foto by Lara foquinha)

No km 5, tomei um susto, porque olhei o relógio, que marcava 25 minutos, e pensei: "Puxa, estou me matando aqui e está 5/km!" Até que olhei para o meu e ele marcava 23:15. Estava tão concentrado, que tinha esquecido que saí bem depois da largada. No km 7 encostei num grandão que disse que o ritmo estava para 4:38/km (meu GPS não pegou o satélite há tempo e saí só com o cronômetro), mas foram poucos metros, ele acabou não me acompanhando. Quase no retorno, pouco antes do km 8, avistei o Edson e a Isabel, da equipe DuBira, já do outro lado. Apertei o passo para tentar alcançá-los, o que não foi possível, mas que ajudou bastante a melhorar o meu tempo, que acabou sendo 45:37, melhor do que eu imaginava, já que a intenção era chegar em 47 ou pouquinha coisa menos que isso.

(Mari, o palhaço do Duda, eu e a Liane - parceirona)

Melhor de tudo é que o meu ritmo não caiu em nenhum momento, sendo que fiz melhor a segunda etapa (23:15 x 22:22), o que considero ideal, já que não adianta correr 10s mais rápido no início e perder 30s no final por conta do cansaço de ter forçado o ritmo no começo. Por ser uma prova fashion e elitista, o nível técnico não é muito forte, tanto que cheguei na 224ª colocação geral, dentre uns 1.500 que terminaram os 10km.

Dia 06 de dezembro, tem última etapa, verão, e a intenção é chegar em 42 minutos. Foi bom correr as etapas anteriores com a Liane e a Bruna, mas agora o voo é solo. É uma questão comigo mesmo. Em busca da velha forma.
Abaixo, minha evolução no circuito.


Resultado da Equipe Daniel Rech na prova (clique na imagem para ampliar):





quinta-feira, 23 de julho de 2009

Circuito das Estações - Pesquisa de satisfação

Recebi, agora há pouco, uma pesquisa de satisfação do Circuito das Estações pela etapa de Belo Horizonte, que acabei não correndo.


Mesmo assim, é louvável a iniciativa deles em ver o que o povo mais gostou e desgostou. As perguntinhas básicas foram:

1) Em qual faixa etária você se encaixa?
2) Qual o seu sexo?
3) O que você achou da prova de domingo?
4) Como ficou sabendo da prova?
5) Qual o maior atrativo da corrida?
6) Qual a marca do tênis que você utilizou para correr?
7) O que você achou da retirada de kits?
8) O que você achou do kit da prova?
9) Qual souvenir você mais gostou?
10) Se você pudesse, o que gostaria de acrescentar ao kit da prova?

Creio que só faltou um campo para colocar alguma outra sugestão ou crítica que não tenha a ver com o kit, mas com a prova em si.

De qualquer forma, saber que alguém está preocupado em verificar o grau de satisfação das pessoas que correram já é alguma coisa. Imagino que nas etapas seguintes, como a daqui de Porto Alegre, dia 23 de agosto, vá existir essa mesma pesquisa.

Aqui, é preciso começar a pensar em como resolver o atropelo inicial de tanta gente correndo em uma via tão estreita. A largada por pelotões amenizou o problema, mas não resolveu.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Atendimento, marcas, consumidores




Bem, acabei não correndo a etapa de inverno do Circuito das Estações em Belo Horizonte. Contratempos.

Então entrei em contato com o pessoal da O2, que organiza a prova, para saber se podia retirar o kit aqui em outra etapa, se mandavam pelo correio ou se podia autorizar alguém lá a buscar. Estou esperando a resposta por email até agora... 48 horas depois, cansado da não-resposta, liguei. Novo transtorno. Os telefones no site (POA - 4063.9023, BH - 4063.9044) sempre davam mensagem que os números eram inexistentes. Finalmente, em São Paulo, consegui que alguém me atendesse. Lá disseram que o volume de emails era grande e que, por isso, a resposta demorava.

Tudo bem demorar uma resposta por email. Mas 48 horas depois nenhuma viva alma ter respondido aí já não é demora. É descaso mesmo. Consegui então que alguém, a Pati, do blog Correr para a vida, retirasse o kit para mim. E, através de outros corredores, ele deve chegar aqui em Porto Alegre mês que vem. Não corri, mas pelo menos não perdi a minha grana totalmente.

Só que é uma pena que o atendimento seja deficiente desse jeito. Se não desisto de esperar a resposta via email, não teria como reclamar depois a falta do meu kit. E não é só com a O2 que isso acontece. Já escrevi para outros lugares, outras marcas esportivas e, muitas vezes, nada de resposta. Sexta também escrevi um email para a Saucony a respeito da questão do preço dos tênis por aqui e estou no aguardo ainda... assim como um email que mandei para a Adidas hoje. Vamos ver se respondem também.

Depois as pessoas abandonam determinada marca e eles não sabem porquê. Todo consumidor é um multiplicador de opinião, ainda mais no campo da corrida. A Nike, por exemplo, sabe bem disso. Por isso lançou o Desafio 600k SP-RJ. Porque quer recuperar um terreno perdido. O representante da empresa no evento disse claramente isso: que os corredores em geral não associam a marca à corrida. Porque, com certeza, em algum momento no passado, eles negligenciaram em certos aspectos, e marcas como a Asics e a Mizuno ganharam espaço com isso. Só que corredor, via de regra, é um sujeito meio cabeçudo, cheio de manias e avesso à mudança. Não é nada fácil conquistá-lo e, mais difícil ainda, reconquistá-lo.

domingo, 12 de julho de 2009

Circuito das Estações Adidas em BH - etapa inverno


Domingo que vem, se tudo sair bem, estarei em Belo Horizonte correndo a etapa inverno do Circuito das Estações Adidas.


Viagem que só possível graças à promoção de milhas que a Gol/Varig ofereceu em julho (prorrogada até agosto agora), na qual era possível voar cada trecho por 2.500 milhas. Por sorte ou azar minhas milhas venciam em julho mesmo e elas eram pouquinha coisa mais que o necessário para voar os dois trechos. Então, salvo pelo gongo para conhecer Beagá.

Bem, mas para me inscrever na prova, houve uma coisa que penso que é uma "picaretagem". As inscrições encerravam dia 28 de junho. Antes disso, fui me inscrever, só que não havia mais vagas. Quer dizer, não havia mais vagas se eu não fosse assinante da revista 02, como eu não era. Mas para assinatura + inscrição aí havia vaga... ou seja, uma venda casadinha... que fui obrigado a aceitar, porque não havia outra opção. Não creio que uma corrida badalada como essa precise desse artifício ilegal, mas, infelizmente, muita coisa passa batida pelas autoridades.

A prova é na Pampulha e, creio, deva ser interessante como foi aqui em Porto Alegre e como tem sido a tônica das provas do circuito. Semana que vem saberei bem como foi tudo. A expectativa é fazer abaixo de 48 minutos. Está mais que na hora de eu começar a me puxar um pouco mais nos treinos para fazer boas provas curtas.





quarta-feira, 24 de junho de 2009

Circuito das Estações Adidas - Etapa Inverno



Domingo, teve o Circuito das Estações, etapa inverno, aqui em Porto Alegre.

No sábado, entrega dos kits na Paquetá Esportes do Barra Shopping. Comprei um porta-mandala para colocar as quatro medalhas ao final do circuito. Havia uma coisa interessante, que me arrependi depois de não ter comprado, que era o chip “amarelo” por R$ 50,00. Um chip que fica conosco para sempre e é utilizado nas provas cronometradas pela Chip Timing. Também, para os assinantes da Revista O2 (meu caso) era possível personalizar gratuitamente a camiseta com o nome. Interessante.

No domingo, a infraestrutura do local foi impecável. O local é uma área muito boa para concentração e dispersão. E, mesmo com o aumento de quase 100% de corredores em relação à etapa anterior (e conseqüente aumento de barracas de treinadores) a coisa fluiu bem nesse aspecto.

Uma outra novidade boa para os corredores é que a prova foi dividida por baias/pelotões, ou seja, por tempos obtidos em provas anteriores. Isso evita, em parte, que corredores mais lentos saiam na frente atrapalhando o ritmo a ser desenvolvido pelos demais. Mas, mesmo assim, a divisão da faixa azul (a minha), por exemplo, era para aqueles acima dos 45 minutos e ia até os 55 minutos, ou seja, uma faixa muito ampla, que agrega corredores que fazem 4:30/km até praticamente 5:30/km. É muita diferença de ritmo. Então alguns tiveram imensas dificuldades dentro da própria faixa de tempo, como foi o caso do Bruno.

Outra coisa negativa da prova é que, como o trajeto vai e vem pela Avenida Beira-Rio, e ela foi dividida ao meio para os corredores não se atrapalhassem, isso deixou a via estreita para tanta gente correndo, ocasiando atropelos e confusões até praticamente o km 5, ou seja, metade da prova... Não era fácil desenvolver o ritmo, porque não havia local de ultrapassagem. É uma questão que pode atrapalhar significantemente nas etapas posteriores.

Tirando isso, a prova estava ótima. O abastecimento deu conta do recado, pelo menos para quem corria mais devagar como eu. O tempo também ajudou, embora no começo da prova parecesse que fosse esquentar de modo a prejudicar o desempenho dos atletas, mas não foi isso que aconteceu. Depois da metade, havia um vento (normal do local) que aliviava a dificuldade natural de fim de prova.

Corri os primeiros quilômetros a 4:52/km de média, mas minha parceira de corrida não agüentou muito isso, por uma série de questões pessoais que a envolveram durante a semana, e acabamos dimuindo o ritmo para ela poder chegar sem tanto sofrimento. Mesmo assim, não foi fácil e terminamos em 51:22.

Enquanto eu estiver com esse sobrepeso não adianta querer correr forte, porque não irei conseguir e minhas marcas pessoais nos 10km estão na faixa de 41 minutos. Então, estou bem distante disso para ter objetivos de fazer provas fortes. Prefiro acompanhar alguém que precise. Agora é que vou começar a evoluir. Quem sabe na última etapa já estarei em condições de fazer uma prova mais condizente com o meu passado. Quando a gente volta de lesão, algo que precisamos ter é paciência, muita paciência para não voltar à inatividade novamente ao tentar acelerar o ritmo das coisas. Sem pressa e sem se estusiasmar demais com as melhoras diárias.

sábado, 20 de junho de 2009

Acontece

Recém cheguei do "treino".
Como disse no post anterior, programação de 24km para hoje.

Vamos às desculpas, antes de ir ao fato em si: ontem acordei cedo e fui dormir à 1h da manhã. O celular estava programado para despertar às 7h10, como aconteceu, mas só levantei da cama às 8h30. Comi alguma coisa leve (2 fatias de pão), bebi um suco e mais alguma coisa, me arrumei e fui em frente. Vamos lá para o treino.

O dia estava lindo, muito sol, poucas nuvens às 9h quando saí de casa. Uns 17 graus e subindo com toda certeza. Peguei o calçadão em frente ao Barra Shopping, aqui na zona sul de Porto Alegre, e fui por ele. Cansado. Corri 900m e desisti. 905 para ser mais exato. Não iria agüentar.

Era um dia ótimo para um treino que gostaria de fazer. Só ando correndo à noite, com frio, queria poder correr com sol, sentindo o que acontece quando a temperatura sobe. Como reajo. Mas ficou para amanhã no Circuito da Adidas.

Mas uma lição foi básica: o treino de quinta foi puxado e o meu corpo ainda não estava refeito dele, por isso que senti o cansaço logo no início. Por essas e outras que sempre defendo que não dá para correr muito mais que 2h nos treinos para as maratonas: porque a demora para se recuperar dele não compensa o esforço. Ainda mais quando a gente corre forte como foi o meu caso na quinta. Não deu para se recuperar e ir para outra. Acontece. A gente tem que entender isso. Que nem tudo sai conforme o planejado. Mas amanhã já estarei bem, talvez justamente por essa razão, por não correr hoje.

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